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Investigadores da ULusófona em destaque no ranking mundial Stanford–Elsevier Top 2% Scientists
A ULusófona reafirma o seu prestígio internacional com a inclusão de dez investigadores no ranking Stanford–Elsevier Top 2% Scientists, que destaca os cientistas com elevado impacto científico a nível mundial. Este reconhecimento evidencia não só as capacidades individuais, mas também o forte contributo da instituição para a Ciência.
Investigadores da ULusófona incluídos no ranking Single-year impact during 2025:
António Raposo – CBIOS
Carla Maria Batista Ferreira Pires – CBIOS
Catarina Roma-Rodrigues – BioRG
Elói Figueiredo – RISEn
João Carlos Gonçalves dos Reis – RCM2+
João M. Lopes – IntrepidLab
João P. Marôco – IntrepidLab
Patrícia Rijo – CBIOS
Pedro C. B. Fernandes – BioRG
Rui Cunha Marques – RCM2+
Investigadores da ULusófona incluídos no ranking Career-long impact through 2025:
João P. Marôco – IntrepidLab
Pedro C. B. Fernandes – BioRG
Rui Cunha Marques – RCM2+
Catarina Roma-Rodrigues – BioRG
Elói Figueiredo – RISEn
João Carlos Gonçalves dos Reis – RCM2+
João M. Lopes – IntrepidLab
João P. Marôco – IntrepidLab
Patrícia Rijo – CBIOS
Pedro C. B. Fernandes – BioRG
Rui Cunha Marques – RCM2+
Investigadores da ULusófona incluídos no ranking Career-long impact through 2025:
João P. Marôco – IntrepidLab
Pedro C. B. Fernandes – BioRG
Rui Cunha Marques – RCM2+
A lista Stanford–Elsevier Top 2% Scientists, elaborada com base em métricas bibliométricas da base de dados Scopus, identifica investigadores de todo o mundo cujo trabalho científico apresenta elevado impacto nas respetivas áreas de investigação. A edição de 2026 considera indicadores como o número de citações, o índice h, a coautoria, a posição do autor nas publicações e a área científica, entre outras variáveis, permitindo uma avaliação abrangente do impacto e da relevância da produção científica, tanto ao longo da carreira como num período anual específico.
A presença de investigadores da ULusófona neste ranking constitui um indicador da visibilidade internacional da sua produção científica e do contributo das suas UI&Ds para o avanço do conhecimento em diferentes áreas científicas.